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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Cientistas estão preocupados com como o 5G pode afetar nossa saúde

A tecnologia de internet móvel 5G está já próxima de ser comercialmente lançada. O novo padrão foi aprovado em junho deste ano e promete uma revolução em termos de velocidade, latência e densidade da rede. Contudo, 180 cientista de 35 países, entre eles o Brasil, se mostram preocupados sobre as consequências desta tecnologia para a saúde humana.

O grupo enviou, em setembro de 2017, uma petição para que o padrão não fosse aprovado de forma tão rápida neste ano. Isso por que o 5G trabalha com ondas eletromagnéticas chamadas de milimétricas. Apesar de ter uma velocidade muito maior que os sistemas antigos, este tipo de onda não consegue “caminhar” por longas distâncias. Isso, de acordo com a petição, aumenta consideravelmente a exposição das pessoas a campos de radiofrequência eletromagnética.

Com isso, cientistas acreditam que tal exposição pode ter consequências ainda não testadas a longo prazo. “Efeitos incluem aumento do risco de câncer, estresse celular, aumento de radicais livres prejudiciais, danos genéticos, mudanças estruturais e funcionais do sistema reprodutor, déficit de aprendizado e memória, desordens neurológicas, e impactos negativos no bem-estar geral dos humanos”, alerta o documento assinado pelo professor Lennart Hardell, do departamento de oncologia da Faculdade de Medicina e Saúde de Örebro na Suécia.

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