Inicialmente, o casal de pesquisadores imprimiu tinta eletrônica em 3D, contendo nanofitas de grafeno, e a inseriu na parte superior do cogumelo, usando um padrão ramificado. Depois eles imprimiram, e introduziram, uma bio-tinta com cianobactérias em um padrão espiral.
Quando uma luz é acesa perto no cogumelo, a simbiose se inicia. Enquanto o cogumelo dá abrigo, umidade e nutrientes para as bactérias, elas lhe fornecem energia através da fotossíntese. As nanofibras de grafeno impressas junto com as bactérias capturam elétrons, que são liberados pelos micróbios durante a fotossíntese, produzindo bioeletricidade.
Os cientistas afirmaram que a quantidade de energia produzida ainda é irrisória, mas que eles vão continuar trabalhando numa forma de gerar correntes mais altas.
Seria interessante daqui para a frente, ao invés de árvores de natal, termos cogumelos de natal, que nem precisariam ser conectados a uma tomada.


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